Le Pergole Torte 2008 – A elegância de um grande vinho.

Por , 27/04/2014 23:01

 Considerado um dos grande vinhos da Toscana e por que não dizer de toda a Itália, o Le Pergole Torte 2008, já me conquistou pela obra de arte estampada em seu rótulo.

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A elegância do vinho que saiu de dentro desta garrafa, eu nunca tinha visto antes, num varietal, elaborado com  Sangiovese .

A cor rubi claro translúcida, o aroma explosivo de frutas vermelhas frescas, as notas de especiarias e um toque floral, a elegância e a complexidade na boca, o sabor das frutas integrados aos taninos redondos, a acidez perfeita e o final longo, remetem a minha memória, a um  dos grandes terroirs da Bourgogne.    

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Se eu tivesse degustado este vinho as cegas , certamente diria que se tratava de um Pinot Noir da Borgonha.

Esta garrafa eu comprei em 2011 na pequena Radda in Chianti, em cujas colinas está localizada a sede e os vinhedos da Società Agrícola Montevertine, produtora deste excelente Supertoscano, considerado um dos vinhos Cult da Itália e um dos mais elegantes que já degustei.

 

 

Château Mouton Rothschild-Loucuras de um enófilo deslumbrado

Por , 19/04/2014 13:29

Não vou tomar o precioso tempo dos meus leitores, tentando descrever as minhas impressões e sensações, sobre a degustação deste ícone da enologia mundial, também não é minha intenção, ficar repetindo histórias que já foram contadas  por muita gente, mas o que eu vou contar agora, é a história verídica de um enófilo deslumbrado que cometeu uma das suas maiores loucuras, ao comprar aqui no Brasil, um Château Mouton Rothschild 1998 .

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Este  fato ocorreu há mais ou menos uns 10 anos atrás, quando eu ainda era um enófilo ingênuo e vaidoso que ficava encantando ao ler e ouvir  as histórias dos grandes vinhos do mundo, imaginando o momento em que iria degustá-los.

Acontece que com o passar dos anos, aquela fase de deslumbramento foi desaparecendo e fui me tornando um enófilo mais maduro e mais realista, cheguei a conclusão que “nem tudo o que reluz é ouro” e compreendi que o processo para definir  os altos preços de um grande vinho,  não leva em consideração, apenas e tão somente a sua qualidade, mas também  uma série de outros fatores, alguns deles intangíveis. 

Ao me dar conta desta realidade, não consegui fugir do arrependimento de ter pago um valor exorbitante, por uma garrafa de vinho, mesmo que  tenha sido por um dos grandes vinhos já produzidos neste planeta.

A medida em que eu degustava e conhecia outros grandes vinhos, com preços bem inferiores,  fui ficando com receio de me decepcionar, ao  degustar aquele que é um dos Premiers Grand Cru Classé de Bordeaux e constatar que o preço pago, foi muito  maior que o vinho.    

Depois de relutar por algum tempo, decidi que o vinho da comemoração do meu aniversário e do aniversário do meu filho que também é no mesmo dia, neste inicio de abril, seria  o Château Mouton Rothschild 1998, convenci a minha consciência que eu merecia beber um grande vinho, para brindar uma longa e feliz existência, juntamente com a minha  família.

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O Château Mouton era tudo o que eu esperava de um grande vinho   e o contexto em que foi degustado fez com que ele ficasse ainda maior!

O receio de me decepcionar acabou não se concretizando,  mas o vinho não superou  a expectativa que eu criei sobre ele, durante todos estes anos. 

 

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Surge uma nova “Era” de vinhos nacionais

Por , 12/04/2014 19:03

Um show de estilo e elegância, são os melhores adjetivos que encontrei para definir  o Era dos Ventos Marselan 2008, um vinho artesanal de produção limitada a menos de 600 garrafas .

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O Era do Ventos é um projeto do enólogo/poeta  L.H. Zanin, em parceria com mais dois sócios,  voltado a produção de vinhos artesanais, direcionados para um público exclusivo  que está a procura de vinhos únicos e experiências novas.  

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Quando o vinho encontra a poesia, nasce uma obra de arte !

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