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Um autêntico e puro tinto dos pampas !

Por , 17/02/2017 16:24

Olá amigos !

O Don Thomaz y Victória Cabernet Sauvignon 2011, ficou entre os 10 melhores tintos brasileiros, numa degustação realizada por especialistas em Curitiba, onde foram degustados  as cegas, 59 vinhos  de várias regiões do Brasil. 

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As uvas Cabernet Sauvignon que deram origem a este belo tinto, são cultivadas em vinhedos da Estância Paraízo, propriedade da família Mércio, localizada no município de  Bagé, na região da Campanha Gaúcha.

O vinho apresenta um coloração rubi profundo, aromas intensos e agradáveis de frutas vermelhas maduras, na boca é sedoso, possui boa estrutura, corpo médio, taninos macios, boa acidez e final persistente. Não tem passagem por barricas e  atinge  uma graduação alcoólica de 13.6%  naturalmente. 

A produção destes dois vinhos é bem reduzida, da safra 2011 foram elaboradas apenas  1.147 garrafas e da safra 2012, 1.372, todas numeradas. 

Eu que raramente repito o mesmo vinho, abri uma exceção  e comprei 6 garrafas deste  autêntico e puro tinto  dos pampas.

Agora você já pode comprar  este ótimo Cabernet Sauvignon safras 2011 e 2012,  sem sair de casa, através da loja virtual da Estância Paraízo- www.estanciaparaizo.com.  que foi inaugurado nesta semana, por um preço inacreditável, apenas R$50,00 .

Recomendo este vinho fortemente, para quem gosta de um bom tinto,e de um ótimo custo/benefício.

Vinícola Gaúcha Recebe Medalha de Ouro… em 1923 !

Por , 06/02/2017 13:19

Olá amigos !

Acredito que poucas pessoas tenham conhecimento que há mais de 100 anos, já existia uma vinícola na região da Campanha Gaúcha.

Pois saibam que em 1888 o  imigrante espanhol José Marimon, adquiriu terras, implantou vinhedos e construiu a primeira vinícola gaúcha e brasileira que se tem notícias, cuja Razão Social denominava-se, J.Marimon & Filhos, localizada na Vila de Seival, no município de Bagé, onde manteve suas atividades por quase 80 anos.

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Como sou daquele região, eu  já conhecia um pouco a história da vinícola Marimon,  mas o que eu não sabia, é que há 94 anos atrás, a J.Marimon & Filhos, recebeu uma medalha de ouro pela qualidade dos seus vinhos,  como mostra de forma inequívoca, este artigo  de fevereiro de 1923,  do extinto jornal Correio do Sul de Bagé. 

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Por essas coincidências da vida, quis o destino que no início dos anos 2000, a propriedade da  antiga J.Marimon,   fosse adquirida, por uma das principais vinícolas brasileiras da atualidade, que naquelas mesmas terras, está produzindo belos vinhos, inclusive alguns  que já receberam diversas medalhas de ouro.

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J.Marimon & Filhos e Miolo Group, duas vinícolas pioneiras em diferentes momentos da vitivinicultura brasileira, ligadas por uma história de quase 130 anos !

Geada Atinge Vinhedos da Campanha Gaúcha

Por , 15/09/2015 10:43

Como se já não bastasse a grave crise  que assola o Rio Grande do Sul,  resultado da grande incompetência  dos seus governantes, a natureza também resolveu dar a sua contribuição, para agravar ainda mais a situação. 

Conforme foi noticiado na edição desta terça-feira, do Jornal Minuano da cidade de Bagé-RS, a geada que caiu no último sábado sobre a região, provocou grandes perdas, para o setor de vinhos.

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Alguns produtores de Dom Pedrito e Candiota, estimam que  40%  dos parreirais foram atingidos.

Leia a reportagem completa no link abaixo.

http://www.jornalminuano.com.br/VisualizarNoticia/21787/produtores-da-regiao-estimam-a-perda-de-mais-de-40-da-producao-de-uva.aspx#prettyPhoto

Cabernet Franc Nacional supera Californiano que custa mais que o dobro.

Por , 31/03/2015 13:38

Uma das coisas que mais me encanta no mundo do vinho, é que ele adora  aplicar lições de humildade nos donos na verdade.  Ontem por exemplo, foi a vez de desmentir um argumento que ouço com alguma frequência, de  pessoas que vivem  dizendo que preferem tomar vinhos importados, porque são melhores e mais baratos.

No último final de semana ao degustarmos dois Cabernet Franc, um americano produzido na Appellation de Lodi na Califórnia e outro nacional da região da Campanha Gaúcha, os desmentidos já começaram na hora de comprar os vinhos: pagamos pelo vinho californiano a importância de R$74,10,  enquanto o nacional custou R$35,00, ou seja, menos da metade do preço.

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Até ai tudo bem, pois sabemos que os vinhos médios e bons da Califórnia, não chegam baratos no Brasil, a grande surpresa aconteceu na hora da degustação,  o Ironstone Cabernet Franc 2010, se mostrou um vinho de pouca expressão, no nariz apresentou aromas não muito agradáveis e na boca  nos deparamos com um vinho ralo e de final curto, já o Cabernet Franc 2012 da Peruzzo , deu um show tanto no olfato, quanto no palato. Nos aromas, predominaram as frutas vermelhas maduras e na boca  se revelou um vinho elegante,  intenso, equilibrado de acidez viva e final longo.

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 Não é sem razão que este Cabernet Franc de Bagé, vem sendo elogiado pela crítica nacional, inclusive foi considerado o 4º melhor vinho tinto brasileiro em degustação as cegas realizada em 2014 na  VII Vinum Brasilis de 2014, um dos maiores eventos de vinhos do Brasil.

Parodiando o velho ditado, nada como um vinho depois do outro, para mostrar que no universo da viticultura, não existem verdades definitivas, uma delas é que nem sempre o vinho importado, é melhor e mais barato.

 

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