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Vinho Natural da Miolo

Por , 15/03/2017 13:43

Já está em fase de elaboração em sua vinícola de Seival na Região da Campanha, o mais novo lançamento do portfólio da Miolo.

Trata-se de um Pinot Noir  da safra 2017, que esta sendo vinificado dentro dos conceitos de  vinhos naturais, sem a adição de nenhum produto enológico, até mesmo a fermentação será feita de forma espontânea através de leveduras indígenas .

Na sua primeira edição serão produzidas apenas 3.600 garrafas.

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50 tintos nacionais abaixo de 50 reais

Por , 04/12/2016 16:14

 Olá amigos

Nas minhas andanças pelas redes virtuais e até mesmo em conversas presenciais, é fácil de constatar que o consumidor brasileiro, conhece mais os vinhos chilenos e argentinos, do que os vinhos nacionais, principalmente aqueles produzidos pelos pequenos produtores, pois  não estão na mídia e muito menos nas prateleiras  das redes de supermercados e aqueles que estão, ficam posicionados em locais secundários. 

O intuito desta postagem é mostrar que existem sim, vinhos nacionais de boa qualidade a preço acessível.

Nesta nossa primeira relação, selecionamos 50 rótulos de pequenos, médios e grandes produtores a preços inferiores a 50 reais, alguns serão encontrados nos supermercados, outros em lojas especializadas e nos sites das próprias vinícolas e muitos em lojas virtuais.

abar

01- Aracuri Merlot      49,00         

02-Aracuri Cab. Sauvignon 49,00

*03-Batalha Merlot 45,00              

*04-Batalha Cab. Sauvignon 49,00    

05-Barcarola Cab.Sauvignon 42,00

06-Barcarola Tannat 49,00  

07-Casa Valduga Origem Cab.Sauvignon 39,00

*08-Casa Venturini Tannat 49,00 

09-Casa Venturini Merlot 49,00

10-Casa Venturini Cab.Sauvignon 49,00

11-Dal Pizzol do Lugar Cab.Franc 39,90

12-Don Abel Reserva Merlot 49,90

13-Don Abel Reserva Cab.Sauvignon 49,90

14-Don Guerino Vintage Malbec 48,00

*15-Don Guerino Reserva Teroldego 49,00

16-Don Guerino Tannat 39,90

17-Don Guerino Merlot 39,90

18-Don Guerino Cab.Sauvignon 39,90

19-Don Laurindo Reserva Merlot 34,00

20-Don Laurindo Reserva Cab.Sauvignon 34,00

21-Don Miguel Merlot 47,00

22-Don Miguel Cab.Sauvignon 47,00

23-Dunamis Cor Assemblage 45,00

24-Guatambu Estância Assemblage 33,00

*25-Lídio Carraro Agnus Tannat  44,00

26-Lídio Carraro Agnus Cab.Sauvignon 44,00

27-Lídio Carraro Agnus Merlot 44,00

*28-Malgarim Ouro Merlot 48,00

29-Malgarim Ouro Cab.franc 48,00

*30-Malgarim Assemblage 34,90

31-Maximo Boschi Merlot Leve 49,90

32-Miolo Reserva Merlot 44,00

33-Miolo Reserva Cab.Sauvignon 44,00

34-Miolo Reserva Tannat 44,00

35-Miolo Reserva Pinot Noir 44,00

*36-Perini Barbera 48,00

37-Pizzato Fausto Cab.Sauvignon 49,00

38-Quinta Don Bonifácio Tannat 43,00

39-Quinta Don Bonifácio Refosco 43,00

*40-Routhier & Darricarere Assemblage 37,00

*41-Ruby Cabernet Sauvignon-Campos de Cima 49,10

42-Salton Paradoxo Cab.Sauvignon 39,90

43-Salton Paradoxo Merlot 39,90

*44-Salvattore Merlot 43,00

45-Salvattore Cab.Sauvignon 43,00

*46-Sozo Reserva Pino Noir  44,90

*47- Valmarino Sangiovese 39,90

48-Valmarino Tannat 39,90

*49-Valmarino Merlot 39,90

*50-Valmarino Cab.Sauvignon 39,90

Destes 50 rótulos, eu degustei os  15 que estão marcados com asteriscos,  os demais são indicados por enólogos, sommeliers e especialistas.

Espero que esta relação  seja útil e caso necessitaram de alguma informação adicional, estou a disposição, em nossa página no Facebook – facebook.com.br/blogdoumpierre ou @blogdoumpierre.

 

 

 

LOTE 43 SAFRA 2012- As Minhas Primeiras Impressões

Por , 11/05/2016 17:36

Acabei de degustar o  Lote 43 safra 2012 que ainda não foi lançado oficialmente no mercado, o que deverá acontecer somente na próxima quarta-feira, 18/05 na cidade de Salvador, durante a realização de um jantar com a presença de Adriano Miolo, seguido de uma degustação de algumas safras anteriores deste vinho.

Conheço o Lote 43 de longa data, desde a sua primeira edição em 1999,  mas a cada safra é um vinho diferente e por isso mesmo, eu estava muito curioso para degustar este 2012, considerada ao lado de 2005, uma das safras históricas da Serra Gaúcha.

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Assim como nas safras anteriores, este vinho foi produzido com uvas cultivadas no Lote 43,  uma área de 19 hectares de vinhas, localizada na D.O. Vale dos Vinhedos que deu origem ao nome do vinho, para a sua elaboração, foram utilizadas 60% de uvas Merlot, colhidas nas primeiras semana de março e 40% de Cabernet Sauvignon, colhidas nas últimas semana do mesmo mês, o vinho amadureceu  durante 12 meses, em barricas novas de carvalho francês e americano e após o seu engarrafamento, foi armazenado nas caves subterrâneas da vinícola, desde então encontrava-se repousando até o  inicio da comercialização.

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Mas vamos as minhas primeiras impressões, sobre a degustação, deste que é um dos vinhos mais esperados pelos enófilos de todo o país, em função de ser produzido somente nas melhores safras, para que tenham uma ideia, nos 17 anos desde o seu lançamento, foi elaborado em apenas 7 safras ( 1999, 2002, 2004, 2005, 2008, 2011 e 2012).

No visual apresenta uma coloração vermelho púrpura, com nuances violáceos, o bouquet  é um festival de aromas agradáveis e intensos, onde predominam frutas negras maduras, também senti chocolate amargo, frutas secas, especiarias e outros que não identifiquei, na boca é um vinho de grande estrutura, aveludado, carvalho bem integrado, ótima acidez  e final de grande persistência. O vinho é tão macio e redondo que os seus 14% de teor alcóolico não destoa deste contexto, mantendo o seu perfeito equilíbrio.

O vinho já está pronto para ser degustado hoje, mas o seu enorme potencial de guarda, com certeza irá lhe acrescentar outras qualidades, próprias da evolução dos grandes vinhos.

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Eu que já  degustei as seis safras anteriores  do Lote 43,   fiquei com a impressão que este safra 2012,  será considerado um dos melhores, entre as sete que foram produzidas.

Não tenho nenhuma dúvida que continua sendo um dos grandes vinhos tinto brasileiros.

Por enquanto está sendo vendido, somente no site da Miolo,  ao preço de 163 reais, mas com o desconto promocional de 20%, o valor final fica em 130 reais.

Mesmo com desconto o preço está bem salgado, mas infelizmente com o aumento do 10% no IPI e em todos os demais custos da cadeia produtiva,  os produtores foram obrigados a reajustar seus preços.

A minha sugestão, para quem deseja degustar este grande vinho brasileiro, sem pesar tanto no seu bolso, é dividir o valor de uma garrafa entre alguns confrades, amigos ou familiares.

 

Chegou a Freixenet brasileira

Por , 08/10/2015 18:21

Já está a venda nas boas casas do ramo, a Freixenet brasileira, produzida pela vinícola Miolo, em parceria com Freixenet espanhola que supervisionou todo o processo. 

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A Freixenet gaúcha, foi elaborada com as uvas Chardonnay e Pinot Noir, cultivadas no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves-RS, através do método Champenoise, na versão Brut, envelheceu por 9 meses nas caves subterrâneas da Miolo e seu teor alcóolico é de 12%.

O preço médio do mercado, está em em torno de 40 reais .  Provei e gostei, é de boa qualidade e creio que vale o preço, mas não está entre os grandes espumantes nacionais, pelo menos na minha opinião!

Não está longe o dia em que os brasileiros descobrirão os seus vinhos

Por , 26/06/2015 19:29

A despeito do grande preconceito que existe contra  o vinho nacional,  principalmente por parte dos próprios brasileiros, o Lote 43 da Miolo, continua sendo um vinho de qualidade internacional, superior a muito vinho importado, desde que foi produzido pela primeira vez 1999, com uvas cultivadas, pelo antigo sistema de Latada.

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Desde o seu lançamento, a Miolo somente produz o Lote 43, em safras  consideradas especiais ! Já provei os exemplares de quase todas as safras em que foi lançado e gostei de todas, mas este  2011, um corte de Merlot e Cabernet Sauvignon, que eu tomei hoje no almoço, está excelente ! Em 2013 eu já havia provado  este vinho e tinha gostado muito, mas agora ele está bem melhor.

O vinho apresentou uma linda coloração rubi violácea, bem viva e brilhante, aromas intensos e agradáveis de frutas negras maduras, com toques de especiarias e chocolate, na boca é  bem saboroso e suculento, sedoso, taninos macios, carvalho na medida certa, bem integrado ao vinho, acidez correta e final de longa duração.Seu teor  alcóolico de 14%, representa menos do que realmente possui. É um vinho sem nenhum defeito.

Mas não pensem que este  vinho é uma exceção, atualmente o vitivinicultura nacional está produzindo uma grande quantidade de vinhos de qualidade, em todas as faixas de preço e mais dias, menos dias, os brasileiros acabarão descobrindo e valorizando os seus vinhos, assim como já descobriram o seu espumante.  

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